Sete Irmãs e uma lua minguante

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Olhe para cima. Realmente olhe para cima. Se você pegá-lo naquelas horas cinzentas da madrugada de 11 de julho.

A lua está fina. Quase lá. Um crescente minguante com apenas 15% de luz restante em sua face. Está passando pelas Plêiades. As pessoas chamam isso de Sete Irmãs. Os astrônomos o rotulam como M45. Qualquer um dos nomes funciona para esse aperto de mão específico e fugaz no céu.

Você precisa enfrentar leste-nordeste. Vista de Londres. 3h BST.

O céu já estará acordando. Iluminando contra seus olhos. Portanto, encontre um local com um horizonte muito baixo. A visibilidade clara é a única coisa que está entre você e você pode perder isso completamente.

A lua entrega isso. Apontando sua borda iluminada diretamente para o chão. Logo no seu lado escuro pende aquela mancha densa de estrelas. A olho nu, parece um pequeno arado invertido. Não se deixe enganar pelo nome “Sete Irmãs”. A maioria de nós conta apenas seis.

Precisa ver o resto? Os binóculos resolvem esse problema instantaneamente. Eles revelam dezenas de outras estrelas agrupadas naquela pequena mancha.

Marte está escondido nas proximidades. Mais abaixo em Touro. O touro.

Está fraco. Mais difícil de distinguir naquele brilho de corrida. Vale a pena? Claro. Só não espere marcas fáceis.

Se você estiver ao sul do equador, o show ainda acontece. Em vez disso, Touro surge no nordeste.

Então, quando foi a última vez que você verificou o céu às três da manhã?